Mostrar mensagens com a etiqueta fotografia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fotografia. Mostrar todas as mensagens

5.5.11

take me away

where the streets have no name and the heart is to blame the soul is to loose the body is to keep take me back take me with you to where the sun shines and the birds sing and the streets aren't grey no what colour are they i see them blue with you i see them green all around

9.7.09

Passei tantos anos a escrever, para nada, para ninguém. Hoje em dia teria tanto para escrever. Para ti. Para mim. Para os que nos rodeiam. Mas hoje não tenho o que antes tinha: tempo. Hoje tenho algo maior que o tempo: vida. A vida fez-me entender que os grandes romances, as grandes histórias de amor, nunca foram escritos. Viveram-se. Os livros massudos são apenas lendas, um diz-que-disse-que-aconteceu de quem tem tempo. Os murmúrios dos grandes romances ficam documentados pelas mãos inquietas dos contadores de histórias, seres sem vida a perpetuar o amor. Viva é a chama que não sossega a alma das vidas que se vivem para o amor. Pobres mãos azuladas pela tinta. Pobres palavras ambiciosas. O amor não se traduz. O sentimento não se escreve. Só a vida nos garante todas as emoções. A realidade supera qualquer história.

Vive comigo a história que ninguém conseguirá escrever.



Foto de Luisinha.

2.2.09

1.2.09

quero ser


quero ser o rio que flui ao encontro do mar a água que corre ora vigorasamente ora sem pressas mas sempre com vontade de chegar de alcançar quero ser a pureza que transborda as margens que inunda a terra que fertiliza tudo em seu redor que galga as pedras na orla levando alimento vida aos campos a corrente que reflecte o brilho do sol sem se queimar ardendo de paixão queimando de ansiedade apressando-se de desejo encaminhando-se ao seu destino aquele por que tanto anseia que tanto sonha que o move numa única direcção quero ser acariciada pela vegetação que se alimenta e me alimenta me fortalece me encaminha até ao mar até onde encontro a minha sina e nos fundimos nos unimos e juntos somos mais e maior damos mais vida somos mais vivos corremos livres

31.1.09

aprendi

que os bons resultados só se conseguem à custa de mais trabalho do que aquele que julgávamos necessário.

estou de férias! (ou quase...)



agora quero é muito disto

4.9.08

de volta


... de um verão cheio de histórias, sorrisos, lágrimas, e muitas memórias. Agora é carregar baterias e enfrentar... o Inverno! =|

Pensamento positivo: já só faltam 11 meses para voltarmos a Agosto =)

31.7.08

férias


Vou ao mar molhar os pés e secá-los na areia.



Boas férias.
Volto em Setembro.

27.6.08

24 steps on soaked grass


"Escondo-me por momentos, deito a cabeça sobre os braços. Deixo a brisa leve e fresca arrefecer o meu corpo. (Quero tanto o teu toque.) Fecho os olhos e tento não pensar. (E se fechar os olhos e acordar na vida real?) Os pés tocam a terra. Sinto a tranquilidade da tua presença, (Chega mais perto...) a segurança do teu ser, (Dá-me tudo.) o feitiço. (Deixa-me abraçar-te e nunca mais te largar.) Não consigo não pensar, no que fazes, no que dizes. (Quero o teu coração.) Quero tudo, e mais nada. Fico em silêncio, mais uma vez. (Quero-te.) Ouve-me, mesmo assim.

(Sabes...?)"

22.4.08

Em bruto.


Deito a cabeça na almofada, fecho os olhos e não adormeço. Penso. Em ti. Em como gostava que me lesses o pensamento, por um momento que fosse, que entendesses tudo o que nem eu me sinto capaz de entender. Cubro-me e penso nos teus braços, no teu toque... quero-te aqui. Ninguém sabe o quanto te quero aqui. Nem mesmo tu. Sonho, mesmo que acordada, com tudo o que me fazes querer. Penso nas palavras que me fazem sonhar, em tudo em que me fizeste voltar a acreditar. Em mim. Na vida. Nos sonhos. Volto-me para a esquerda. Como me enlouqueces... Volto-me para a direita desta vez. Tenho tanto para te dizer amanhã. Ajeito a almofada, aconchego as cobertas. Por que raio é que as palavras não saem quando estou contigo? A almofada parece cada vez mais desconfortável. Não estás aqui porquê? Penso em como o teu corpo seria mais confortável que a maldita almofada. Penso, e pergunto-me, se também pensas em mim. Penso, não durmo, não paro de pensar. Volto-me de novo, inquieta. Não quero estar aqui. Não encontro posição. Não encontro o lugar. Quero encontrar-me, que me encontres. O silêncio, na escuridão, incomoda. Ouço apenas a minha respiração. Recordo a tua. Ouço o roçar dos lençóis na pele. Devaneio, peco por ti. Perco-me em memórias, sonhos, desejos. Ouço a tua voz, sussurrante. O vazio da cama tenta chamar-me à razão, mas não a quero. Doce loucura, o teu gosto. Já não sinto a almofada, levito. Estás aqui por momentos, em mim. A tua paz, a tua inquietude, sinto-te. Quero-te. Sem qualquer réstia de consciência.

15-04-2008/22-04-2008

21.4.08

one two three four


walking down the road of doubt contemplating the possibilities
one* two* three* four*

18.4.08

smile at life


é bom quando o vento sopra a nosso favor. dá-nos esperança. e um sorriso do tamanho do mundo =)

15.4.08

deixa me ser


deixa me ser a guitarra que embalas no teu colo o som que te preenche a alma e afaga o coração que ao fim do dia te põe um sorriso no rosto quero que as tuas mãos me percorram que me conheças que saibas onde e quando e como tocar as minhas manhas as minhas capacidades e limitações quero a sintonia que crias com a tua voz quando me tocas que aprendas que te ensine que reinventes melodias que feches os olhos porque não precisas de ver porque me sabes me sentes junto ao peito me conheces o choro o riso o desejo canto o que sentes nos teus braços a tua companhia nas noites de luar nas tardes de sol nas madrugadas frias de inverno o orgulho que te enche o peito a realização a vida que flui da harmonia dos sons da voz da razão de viver

21-02-2008

10.4.08